Sorria. Isso basta.

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Mas chega, se não houve troca, chega, porque amar sozinho é solitário demais, abandono demais, e você está nessa vida para evoluir, mas não para sofrer. Hoje eu acordei sem ter quem amar, mas aí eu olhei no espelho e vi, pela primeira vez na vida, a única pessoa que pode realmente me fazer feliz.
Tati Bernardi.  (via verborragias)

(Source: 10reais, via verborragias)

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Estou fugindo do assunto, eu sei. Odeio despedidas. Odeio dar tchau. Odeio chorar. Mas também odeio sofrer. Quero te dizer que esse mundo é injusto demais. Nele vivem pessoas cretinas demais. Já que estou falando no que é demais: fui honesta demais. Talvez esse tenha sido meu maior erro. Mas não sei ser de outra forma.
Clarissa Corrêa.  (via verborragias)

(via verborragias)

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Não gosto de você o tempo todo, mas ainda assim, te amo a vida inteira. Não te quero de volta. Mas queria que você quisesse voltar. Detesto o seu vocabulário chulo, mas o teu sorriso ilumina a minha vida e a cidade inteira. A tua presença me irrita. A tua ausência machuca. Dentre tanta gente no mundo, eu tinha que querer justamente você? Vazio. Sem sal. Sem açúcar. Sem sentimento. Tinha mesmo que ser eu aquela que tenta -mesmo que em vão- consertar a tua vida? Logo eu, tão agridoce. E sentimental. Odeio essa teoria de “Os opostos se atraem”. Odeio os casais felizes que passam na rua sorrindo cor-de-rosa pra mim. E não me faça falar do melodrama da rejeitada na novela das 8. E o meu drama então? O drama que é a minha vida? E essa porcaria que é amar você? Detesto. Detesto tudo. E todas ás vezes em que eu sorri ao lembrar de você. Não tem jeito. O seu jeito canalha e as suas palavras medidas, sempre me fazem te perdoar. Isso me irrita, cara. Estar -de alguma forma- presa a você. Odeio o que sobrou da gente. O silêncio que predomina. A sobra de falta de assunto. Odeio você. Suas atitudes e caras e bocas. Todas as bocas que você beija por aí depois de beber todas. Mas, acima de tudo, me consome essa falta absurdamente grande de você faz. Sua pressa pra ir. Sua demora pra voltar. Sua dificuldade em ficar. O orgulho que predomina. O telefone que não toca. O fim da gente. Que no final das contas, foi só seu. Que passou de bom moço para quero-todas-mas-não-sou-de-ninguém, assim, com traços. Que é pra não correr o risco de se prender a mais ninguém.
Quietude  (via verborragias)

(Source: q-u-i-e-t-u-d-e, via verborragias)

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Me dei, me dei..mudei. E você, o quê? Fiz tudo, te dei o meu mundo. E você o quê? Joguei, lutei, arrisquei, amei! Gostei, um amor maior: impossível. E você o quê? Ultrapassei meu íntimo. Fechei meus olhos, os olhos da alma. Decidi ignorar meus padrões. Ocultei minhas raivas, algumas vezes não deu, disfarcei meus ciúmes, amaciei minhas mágoas. Sua voz me tranqüilizara, teu sexo me domava. Fiz como pude e como não pude. Do seu jeito fui levando, algumas vezes amor próprio me faltou, mas eu só queria seu amor. Por inúmeras vezes te amava mais do que o tudo. E pergunto: E você? O quê? Armei sua lona, fiz seu circo , pintei seu mundo. Fiz de você meu primeiro. Usei suas cores, anulei as minhas. Aceitei suas verdades intactas, anulei as minhas. E você amor? O quê? O quê você fez? Despedacei meu ego, levantei nossa bandeira. Me julguei egoísta, fui contra a seu favor. Chorei, chorei, chorei até faltar vazio em mim. Fui no fundo, no profundo do meu âmago. Pra merecer teus carinhos, teus gemidos, tua língua, teu prazer, teu sorriso, tua atenção, teu apreço. Pra me sentir mulher, me fiz criança. Fiz pirraça, cena, novela. Decorei um texto pra nada dar errado.

Abri a mente, fiz preces, fantasiei um mundo. Amei teu corpo, teu jeito, teu cheiro,tua sombra, abri meu peito acreditei na gente. Desconfiei muito, mas confiei demais E você amor? O quê ? Ouviu minha canção? Abriu o peito? Cortou seus cabelos? Trocou de canal? Falou “aquela” frase? Fez planos pra mim? Escolheu um filme pra nós dois? Foi minha companhia para todos os momentos? Foi a um show? Usou “aquela” blusa? Amou-me de verdade? Pensou em mim? No que construímos? No que alcançamos? Tudo um dia tem fim. Tudo na vida tem volta. Tranqüilo você pode ficar, riscos de amar sem ser amado, você não há de correr não. Amor de verdade você não sabe diferenciar. Dizer que vou ser feliz agora? Quem sabe? Dizer que você vai se dar bem? Tomara! Aprendizados são pra vida toda, mas amor unilateral na vida da gente uma só vez é suficiente.”

- Tati Bernardi

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Talvez não amanhã, mas dentro de uma semana, um mês ou dois, quem sabe? O verão está aí, haverá sol quase todos os dias, e sempre resta essa coisa chamada ‘impulso vital’. Pois esse impulso ás vezes cruel, porque não permite que nenhuma dor insista por muito tempo, te empurrará quem sabe para o sol, para o mar, para uma nova estrada qualquer e, de repente, no meio de uma frase ou de um movimento te surpreenderás pensando algo assim como ‘estou contente outra vez’.
Caio Fernando Abreu.  (via verborragias)

(Source: beocio, via verborragias)

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caiofabreucfa:

Sinto-me terrivelmente vazia. Há pouco estive chorando, sem saber exatamente por quê. Ás vezes odeio esta vida, estas paredes, essas caminhadas de casa para a aula, da aula para casa, esses diálogos vazios, odeio até este diário, que não existiria se eu não me sentisse tão só.
Caio Fernando Abreu

caiofabreucfa:

Sinto-me terrivelmente vazia. Há pouco estive chorando, sem saber exatamente por quê. Ás vezes odeio esta vida, estas paredes, essas caminhadas de casa para a aula, da aula para casa, esses diálogos vazios, odeio até este diário, que não existiria se eu não me sentisse tão só.

Caio Fernando Abreu

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Uma voz dentro de mim soluça: “Veja só, foi nisso que você se transformou. Está rodeada por opiniões negativas, olhares desanimados e rostos zombeteiros, pessoas que não gostam de você, e tudo porque não escuta o conselho de sua metade melhor.” Acredite, eu gostaria de escutar, mas não dá certo, porque, se eu ficar quieta e séria, todo mundo acha que estou representando outro papel e tenho de me salvar com uma piada; nem estou falando da minha família, que presume que estou doente, me enche de aspirina e sedativos, sente meu pescoço e minha testa para ver se estou com febre, pergunta sobre o movimentos intestinais e me critica por estar mal humorada, até eu não aguentar mais, porque quando todo mundo começa a me chatear, fico irritada, e depois triste, a parte má do lado de fora e a boa do lado de dentro, e tento achar um modo de me transformar no que poderia ser e no que gostaria de ser se… se não houvesse mais ninguém no mundo.
O Diário de Anne Frank.  (via verborragias)

(Source: ciclones, via verborragias)

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Odeio o modo como fala comigo e como corta o cabelo.Odeio como dirigi o meu carro e odeio seu desmazelo. Odeio suas enormes botas de combate e como consegue ler minha mente.
Eu odeio tanto isso em você que até me sinto doente. Odeio como está sempre certo e odeio quando você mente. Odeio quando me faz rir muito, ainda mais quando me faz chorar… Odeio quando não está por perto e o fato de não me ligar. Mas eu odeio principalmente, não conseguir te odiar, em um pouco. Nem mesmo por um segundo, nem mesmo só por te odiar.
10 coisas que eu odeio em Você  (via verborragias)

(Source: promessasvazias, via verborragias)